E, por falar em “valor estratégico” das finanças, parece que a China procura meios de utilizar de modo mais proveitoso seus fundos soberanos. Mas parece que a confusão é grande. Ver a matéria publicada pelo professor Larry Catá Backer (Penn State University) sobre isto. Confira aqui.
A confusão aí, no entanto, não parece ser menor do que a que tem marcado algumas práticas bancárias descritas nos vídeos disponíveis aqui.
E o fundo soberano brasileiro? Sobre esse fundo, o professor Fernando Cardim (UFRJ) escreveu em 2009: “no presente, sua importância é muito restrita.” A situação não parece ter mudado.
Escrito por marcusfaro 